Carga Tributária sobre Salários no Brasil.
Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o governo abocanha entre 42% e 82% dos salário líquidos: É incontestável que a carga tributária é o principal fator impeditivo do desenvolvimento econômico, afirma o presidente do IBPT, Gilberto Luiz do Amaral.
O trabalho conclui que a carga tributária sobre salários no Brasil (42,5%) é a segunda maior do Mundo, ficando atrás apenas da Dinamarca (42,9%).
Segundo Amaral, a incidência de impostos sobre produção e salários representa cerca de 76% da arrecadação tributária do País, trazendo enorme injustiça fiscal, inibindo o crescimento econômico e sendo a principal razão do aumento da economia informal.
O IBPT denuncia , ainda, que a tributação sobre os salários evolui a cada ano: A percentagem, que era 41,71% (2002),passou para 42,15% (2003) e evoluiu para 42,50% (2005). O custo médio da tributaçãopara os empregados passou de18,76% (2002) para 19,89% (2003) e para 20,43% (2005), representando impacto negativo de 1,67 ponto percentual na renda dos trabalhadores entre 2002 e 2005, critica o IBPT.
Amaral afirma que esta evolução permanente se dá por dois motivos, basicamente:
- O congelamento da tabela do I.R ;
- O aumento do teto máximo de contribuição do INSS, que tem acompanhado o salário mínimo.
Amaral calcula que a carga sobre a economia formal já chega a 54,82% do PIB: Para cada R$ 100 de riqueza líquida produzida, é necessário pagar R$ 60 de tributos, o que cria um impacto na geração de empregos formal no País.
Amaral afirma ainda que, ao mesmo tempo que o tributo tira poder de compra, encarece produtos e serviços, reduzindo o consumo.
Conclui: Com inflação baixa, empresas acabam não tendo espaço para repassar os preços e acabam fugindo do emprego formal.
Fonte: Diário de Macaé.
O trabalho conclui que a carga tributária sobre salários no Brasil (42,5%) é a segunda maior do Mundo, ficando atrás apenas da Dinamarca (42,9%).
Segundo Amaral, a incidência de impostos sobre produção e salários representa cerca de 76% da arrecadação tributária do País, trazendo enorme injustiça fiscal, inibindo o crescimento econômico e sendo a principal razão do aumento da economia informal.
O IBPT denuncia , ainda, que a tributação sobre os salários evolui a cada ano: A percentagem, que era 41,71% (2002),passou para 42,15% (2003) e evoluiu para 42,50% (2005). O custo médio da tributaçãopara os empregados passou de18,76% (2002) para 19,89% (2003) e para 20,43% (2005), representando impacto negativo de 1,67 ponto percentual na renda dos trabalhadores entre 2002 e 2005, critica o IBPT.
Amaral afirma que esta evolução permanente se dá por dois motivos, basicamente:
- O congelamento da tabela do I.R ;
- O aumento do teto máximo de contribuição do INSS, que tem acompanhado o salário mínimo.
Amaral calcula que a carga sobre a economia formal já chega a 54,82% do PIB: Para cada R$ 100 de riqueza líquida produzida, é necessário pagar R$ 60 de tributos, o que cria um impacto na geração de empregos formal no País.
Amaral afirma ainda que, ao mesmo tempo que o tributo tira poder de compra, encarece produtos e serviços, reduzindo o consumo.
Conclui: Com inflação baixa, empresas acabam não tendo espaço para repassar os preços e acabam fugindo do emprego formal.
Fonte: Diário de Macaé.

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